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Metáforas - Anderson Rocha

Metáforas

  

 

    Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:

     Vejam como sou feliz! sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”.

     Alguns passantes os olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro, e notava que a cada dia a quantia era maior.                              

     Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse: “Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?”

     Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa.

     Daí para frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários. Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu de como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele: Bem, houve época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:“Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!” As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: “Tudo que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito.Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero.”

    Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para: “Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado”.

    E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o poder das palavras.

    O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças. Uma repórter, ironicamente, questionou:

    O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida? Respondeu o homem, cheio de bom humor:

    “Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!”

 

 

 
 
HISTÓRIA DE DOIS VIDENTES

Pressentindo que seu País em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão chamou um dos seus melhores videntes, e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe restava viver.
- Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos.
Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça!
Desesperado, chamou um segundo vidente. - Quanto tempo viverei?             - perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva.
- Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos, e chegará a geração dos seus netos.
Agradecido, o sultão mandou recompensa-lo com ouro e prata.
Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente:
- Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado, e você recebeu recompensas. Por quê?
- Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.



                                JOVEM RAPAZ E A ESTRELA DO MAR

 

Um Homem sábio fazia um passeio pela praia, ao alvorecer. Ao longe, avistou um jovem rapaz que parecia dançar ao longo das ondas. Ao se aproximar,  percebeu que o jovem pegava estrelas do mar da areia e as atirava suavemente de volta à água. E então o homem sábio lhe perguntou :

 

-          “O que você está fazendo?”

 

“O sol está subindo e a maré está  baixando; se eu não as devolver ao mar, irão morrer”.

 

-          “Mas, meu caro jovem, há quilômetros e quilômetros de praias cobertas de estrelas do mar... Você não vai conseguir fazer qualquer diferença.”

 

O jovem se curvou, pegou mais uma estrela do mar e atirou-a carinhosamente de volta ao oceano, além da arrebentação das ondas.

 

E retrucou :

 

“Fiz diferença para essa aí”.

 

A atitude daquele jovem representa alguma coisa de especial que existe em nós.

 

Todos fomos dotados da capacidade de fazer diferença. Cada um de nós pode moldar o próprio futuro. Cada um de nós tem o poder de ajudar nossas organizações a atingirem seus objetivos.

 

 

 

 

CADA UM DÁ O QUE TEM

Haviam duas vizinhas que vivam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa. Depois de seu encontro com Jesus, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao encontrarem-se na rua, muito humildemente, disse dona Maria:
- Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.
Dona Clotilde, na hora estranhou a atitude da velha rival, e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando:
- Essa dona Maria não me engana, está querendo me aprontar alguma e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.
Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca.
- Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa!
Mandou a empregada levar o presente a casa da rival, com um bilhete:
"Aceito sua proposta de paz, e para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente".
Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou.
- Que ela está propondo com isso??? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa prá lá...
Alguns dias depois dona Clotilde atende à porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.
- É a vingança daquela asquerosa da Maria. O que será que ela me aprontou?
Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a seguinte mensagem:
"Estas flores é o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim.

AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA."

 

 

 

                                             AS TRÊS PENEIRAS

 

        Dona Flora foi transferida de seção na fábrica em que trabalhava. Para “fazer média” com o novo chefe, logo no primeiro dia saiu com essa:

- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito da Zefina....

       Nem chegou a terminar a frase porque “seu” Lico apertou:

- Espere um pouco, Dona Flora. O que vai me contar já passou pelas três peneiras?

-        A primeira é a da verdade. Tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

-        Não, como posso? O que sei é o que me contaram; mas eu acho que...

-          Então sua história já vazou na primeira peneira.

- Vamos a segunda que é a bondade. O que vai me contar é alguma coisa que gostaria que os outros dissessem a seu respeito?

-          Claro que não! Deus me livre!

-          Então essa história vazou na segunda peneira. 

- Vamos ver a terceira que é a da necessidade. A senhora acha mesmo necessário contar-me esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

- Não chefe. Passando nessas três peneiras vi que não sobrou nada mesmo do que eu ia contar.

 

 

 

AS PEDRAS GRANDES E O VASO

Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou para a classe:
- Está cheio?
Unanimemente responderam:
- Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!
O professor então pegou uma lata de areia e começou a derramar dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou:
- Então, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim!
O professor então mandou buscar uma jarra d'água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer" dentro mais coisas!
- Não,
respondeu o professor.
- O ponto é o seguinte: a menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar dentro. As pedras grandes são as coisas mais importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

 

 

 

                                            A FÁBULA DO MORANGO

Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou as raízes de uma árvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha à sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas. Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perdê-la na sua boca. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo.
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango. Quando pode olha-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango a boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso. Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?" esqueça o urso e coma os morangos! e as onças? azar das onças, coma os morangos! Às vezes, você esta em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. percebendo seu mau humor, sua esposa lhe diz: Meu bem, relaxe e aproveite o domingo! E você, chateado, responde: "Como posso curtir o domingo se amanhã vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa? "Relaxe, como está na bíblia, e viva um dia por vez: coma o morango.
Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante saber comer os morangos, sempre. A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças.
Você pode argumentar: "Eu tenho muitos problemas para resolver." Problemas não impedem ninguém de ser feliz. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso.
Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. mas o importante é saber aproveitar o morango, porque o urso e a onça não dá para aproveitar. Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é ilusão que sempre será diferente do que imaginamos. As pessoas vêem o sucesso como uma miragem. Como aquela historia da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança. As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixará felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias. A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você. A felicidade é algo que vive dentro de você, de seu coração. A felicidade é a oportunidade que você cria para ser o artista de sua auto criação.

 

 

 

 

O VÔO DA ÁGUIA
Na decisão de uma ave, um ensinamento para nós.

 

 

A águia é a única ave que chega a viver 70 anos. Mas para isso acontecer, por volta dos 40, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão.
Nessa idade, suas unhas estão compridas e flexíveis. Não conseguem mais agarrar as presas das quais se alimenta. Seu bico, alongado e pontiagudo, curva-se. As asas, envelhecidas e pesadas em função da espessura das penas, apontam contra o peito. Voar já é difícil.
Nesse momento crucial de sua vida a águia tem duas alternativas: não fazer nada e morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que se estenderá por 150 dias.
A nossa águia decidiu enfrentar o desafio. Ela voa para o alto de uma montanha e recolhe-se em um ninho próximo a um paredão, onde não precisará voar. Aí ela começa a bater com o bico na rocha até conseguir arrancá-lo. Depois, a águia espera nascer um novo bico, com o qual vai arrancar as velhas unhas. Quando as novas unhas começarem a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. Só após cinco meses ela pode sair para o vôo de renovação e viver mais trinta anos.

 

 

 

 

 

 

                                 ASSEMBLÉIA NA CARPINTARIA

 

 

Contam que certa vez, numa carpintaria, houve umas estanha assembléia. Foi uma reunião das ferramentas para acertar suas diferenças. O martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe disseram que teria que renunciar. A  causa ?

Faria demasiado barulho e, além do mais, passava todo o tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir alguma coisa.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas  por sua vez pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atrito.

A lixa acatou, com  a condição  de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo as suas próprias medidas, como se fosse o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou suas ferramentas e iniciou  o seu trabalho. Utilizando o  martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria  ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse : “Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalhou com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos. Ao contrário, concentremo-nos em nossos pontos fortes”.

 

A partir daí, a assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e  o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então como uma equipe, capazes de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.

 

É fácil encontrar defeitos. Qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidade, isto é para os sábios.

 

 

  

 

O MAIOR TALENTO

 

Deus, no momento em que terminou a criação, viu que precisava ter um cuidado especial com o que de melhor havia criado: o homem. Pensou, refletiu e resolveu dar a esse homem um talento muito especial, mas que somente os que fossem suficientemente esforçados para encontrá-lo, teriam o privilégio dos benefícios desse talento. Mas, onde esconder tal preciosidade?

Primeiro, Ele pensou:

“- Vou esconder o talento do homem nas profundezas da terra.”

Depois, refletiu melhor e achou que nas profundezas do oceano ele estaria mais bem escondido. Continuou achando que o oceano não era um bom lugar e repensou:

“- Creio que, no espaço, em meio aos planetas e estrelas, estará bem guardado e será bem mais difícil  ser encontrado por qualquer um.”

Mesmo assim, voltou a refletir e concluiu, finalmente:

“- O homem é muito curioso. Fatalmente acabará criando aparelhos para explorar os mares, para cavar o planeta e investigar os céus. Acabará encontrando... Vou esconder o maior talento do homem num lugar muito especial : no interior dele próprio. Será, com certeza, o último lugar em que ele buscará.”

E assim ele fez.

 

 

 

 

NÃO ESQUEÇA O PRINCIPAL!


Conta à lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passou diante de uma caverna e escutou uma voz misteriosa que lá dentro dizia:
"Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal..."
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente:
"Você agora, só tem oito minutos."
Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou. Lembrou-se, então, que a criança lá ficara e a porta estava fechada para sempre!
"Não se esqueça do principal!"
E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a vida.
Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado. Assim esgotamos o nosso tempo, aqui, e deixamos de lado o essencial: "OS TESOUROS DA ALMA!” Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte chega de inesperado, e quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações.


"NÃO ESQUEÇAMOS DO PRINCIPAL!"

 

 

 



 

 

 

 



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